Foram utilizadas imagens Landsat 2, 3, 5 e 8 para gerar mapas na composição infravermelho (bandas: infravermelho próximo, vermelho e verde) do município de Joinville.

As datas das imagens são:

12/07/1975

25/08/1982

15/07/1993

31/05/2000

04/02/2010

14/05/2017

Essas figuras possibilitam uma análise visual da mudança no uso e ocupação do solo e também na vegetação.

Com esse produto é possível ainda gerar mapas NDVI (Normalized Difference Vegetation Index) ou em português  Índice de Vegetação da Diferença Normalizada, que pode ser utilizado para classificar a distribuição global de vegetação, etc. É possível também gerar mapas de uso e ocupação do solo, o que possibilita a contabilização das áreas de vegetação, urbana, etc. ao longo do tempo. Essa será a próxima etapa dos estudos.

 

Observa-se nestas imagens a expansão urbana de Joinville, na escala horizontal, principalmente entre as décadas de 70 e 80, e 80 e 90. A partir dos anos 2000 essa expansão horizontal já não chama tanto a atenção se comparado as décadas anteriores, principalmente entre 2010 e 2017. Joinville não parou de crescer, mas houve uma tendência de verticalização da cidade ao que tudo indica, não fiz uma pesquisa mais aprofundada sobre o tema, é apenas uma suposição com base no meu conhecimento empírico sobre a cidade e nessas imagens de satélite.

A tese do professor Naum Alves Santana fala sobre a verticalização na cidade de Joinville.

Imagem Landsat 8 – Ano 2017 – Município de Joinville. Fonte: USGS. Elaborado por Yara de Mello, 2018.

Imagem Landsat 5 – Ano 2010 – Município de Joinville. Fonte: USGS. Elaborado por Yara de Mello, 2018.

Imagem Landsat 5 – Ano 2000 – Município de Joinville. Fonte: USGS. Elaborado por Yara de Mello, 2018.

Imagem Landsat 5 – Ano 1993 – Município de Joinville. Fonte: USGS. Elaborado por Yara de Mello, 2018.

Imagem Landsat 3 – Ano 1982 – Município de Joinville. Fonte: USGS. Elaborado por Yara de Mello, 2018.

Imagem Landsat 2 – Ano 1975 – Município de Joinville. Fonte: USGS. Elaborado por Yara de Mello, 2018.

Mais uma vez deixo essas imagens aqui para que possam ser utilizadas em seus estudos, lembrando sempre de referenciar a fonte. Pode-se analisar a questão do desmatamento também, que fica evidenciado entre algumas figuras.